Caixinha do Breda


Pensamento Machista"

Autor: BREDA

Quando: Anteontem

Garrafas e cigarros, esparramados pelo chão davam uma sensação de nojo Pilha de pratos jogados na pia, goteiras caindo da torneira me agoniava. Estava impossibilitado de andar ou fazer qualquer movimento brusco, caído no chão entre a porta da cozinha-sala. Estava em coma alcoólico, só me lembro do ultimo gole de wink que me derrubou. O motivo disso tudo foi por causa de uma idiota menininha de 16 aninhos que não quis dar sua buceta, fiquei com raiva e descontei na garrafa de wink. A televisão da sala esta ligada no canal de pornografia desde ontem, o vizinho deve estar pensando barbaridades de mim. Devo esta uns dois dias sem fazer nenhum movimento a minha cabeça não para de pensar um segundo. Moro sozinho não tenho parente por perto. Não sei quanto tempo ficarei aqui, mas penso que nunca mais farei isto com os meus pensamentos machistas.



Escrito por leo.breda às 00h58
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Alguma Coisa?

Hora: Um pouco antes do amanhancer

Local: AV São JoãoXIpiranga

Buzina forte estora meus tinbanos quando eu cruzo a Av.São joão com a Ipiranga,estava com medo de alquém me descobrir com uma mala de 1.000 de dolares.Sai correndo desesperado no meio da Avenida,um onibus se aproxima em minha direção caí no chão.Não enxergava nada só via um monte de vulto em volta de mim.Alquém me levantou abraçou e depois eu senti os labios dele em minha boca e os vultos começara a cantar: Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Ipiranga e Av. São João É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi Da dura poesia concreta de tuas esquinas Da deselegância discreta de tuas meninos Ainda não havia para mim Rita Lee A tua mais completa tradução Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Ipiranga e avenida São João. Parecia cena de filme.A minha cura tinha passado o,amor,me sentia em uma cenografia.Podiamos galhar o oscar de melhor filme estrageiro e nome do filme seria ``A cura do amor``.Buzina forte estora meus tinbanos a porta do carro se abriu um homem bonito com vestimenta de marilheiro me comprimentou  e pegou a mala.Tinha cumprido a minha meta estava livre.

 



Escrito por leo.breda às 03h42
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"Antes que a chuva caía"

Autor: Souza Pacheco

Chuva Tempo Chamas Vela Amor Tempo Chuva Chamas Amor Tempo Vela Chamas Amor

  Quando:.Aonde a vela não pode apagar.

 Chuva Chuva.                                                                 ANTES QUE A CHUVA CAÍA.ANTES QUE A VELA APAQUE.

Quando: Um dia QualQuer.

A chuva cai.O gosto amargo da solidão cai.Tudo cai menos a vela que acende as chamas da paixão. Por onde anda o meu amor?Será que ele esta na chuva?Mas não pode ser.Se ele chegar a chama apagará e nada restará.Mas eu olhei pela a janela e não vi ninquém.Acho que  vo esperar mais um pouco.Pequei o ultimo cigarro que estava no meu bolso acendi com o fogo da chamas,a fumaça cobria o meu rosto e a visão ficou enbarasada não consequia ver nada somente o barulho da chuva.Assoprei a fumaça e acabei apagando a vela e o fim do meu amor.



Escrito por leo.breda às 02h09
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``Petolas somente Petolas``

Autor: Léo Souza

Quando: 20/09/1998

Paris,London.1998.

Petolas somente petolas.

Barulhos de xícaras e pratos na mesa tlec tlec tlec,escuto passos e batidas do meu coração pulsando bem forte por uma pessoa desconhecida que está ao meu lado com um sobretudo vermelho,cabelos ao vento e os labios cor de cereja.Não me canso de olhar para aquela pessoa,ela tem um brilho sutil parece que eu a vi em algum lugar mas não me recordo.Ela está olhando para o nada simplismente o nada,parece estar vazia por dentro mexendo a colher do café sobre a mesa branca.As horas passam e esta pessoa continua lá com seu vazio no peito.Não aquentei me aproximei toquei no seu braço esquerdo rapidamente ela me olhou tinha um olhar penetrante derrepente ela sorriu para mim.O mundo parou por um instante e atrás do vidro a paisagem da torre Eifel toda iluminada eu me sentia assim com uma pessoa estranha me iluminando.Ela me passou um bilhete e foi embora.Era um bilhete de cor vermelha com marcas de baton rosa meus olhos brilharam quando vi o bilhete nao sabia como reagir.É no começo do bilhete estava escrito Pétolas somente pétolas...



Escrito por leo.breda às 00h40
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Escrito por leo.breda às 23h23
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Sedução a flor da pele

 

Suor escorrendo quente com gosto de frutas citrica pelo dedaõ do pé.Aí que vontade de derramar um jarro de leite em seu clitorís e me lambuzar com morangos silvestres esfregando no umbigo chegando até o seus seios cor de mel deslizando neles até o seu rosto angelical.Jogar uma rosa vermelha em seu corpo inteiro com um ar de sensualidade feminina. Ah,que prazer deixa eu abrir as petolas para ezaular cheiro de amor para todo o lado.

 



Categoria: Avaliação
Escrito por leo.breda às 00h49
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Marie Antoninette(a loca)

Viver em sintonia com a rainha mais louca e  baderneira 

do tempo moderno surreal.

Viva com ela para sempre.Beba e desfruta do prazer.

 



Escrito por leo.breda às 16h01
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Nair,travesti

Data: 17/07/1976 - Hora: 3:30

 

Local: AV.Indianópolis

Era uma noite escura e fria estava andando tranquilamente com meu vestido curto quando me deparei com um homem alto aparentava ter ums 20 anos de idade ficamos 2 minutos olhando uma para o outro.E ele me disse: -Quanto é o programa?! Logo percebi que ele não percebeu algo diferente em mim ele pensou que eu era uma mulher de verdade.Eu respondi. - Depende das horas.Quantas horas você quer ficar? - O tempo necessario. - Tá bem.Cade o seu carro? - Não tenho carro eu moro aqui perto. - O.K Quando me dei conta estava indo para o caminho errado presenti algo errado que estava por vim.Eu achei o local estranho aonde ele estava me levando,mas fiquei quieta pois era o meu trabanho.Era uma casa vazia sem graça com as janelas quebradas e as paredes pintadas de simbolos de anquarquia. - Vamos entre tenho uma surpressa para você - Como assim? Só senti uma taco sendo quebrado na minha cara caí no chão na hora senti varios chutes no rosto também.Estava zonza mas so que eu vi quem era os caras eles estavam em 5 e usavam cabelos raspados e botinas,e um deles falou: - Estupra esse viado de merda. So senti 5 rolas no meu cú.Finge de morta nao aquentava mais,eles desapareceram meu corpo estava todo estirado no chão parecia o jesus pregado na cruz.



Escrito por leo.breda às 02h08
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"o salto da morte"

Autor: Breda

 

Quando:  Cena do Crime: 17/08/1960

"O salto da morte " Autor: Breda Quando: 17/09/1960. Luvas brancas,vestido preto e cabelos loiros escorridos pelo corpo todo suava a batida do tango com seu salto alto azul sangue.Dançava loucamente com o seu corpo violão por onde passava o seu cheiro inalava o gosto de pudor.Barulhos tec tec deslisavam pelo chão preto e branco da sala escura aonde só se via aqueles relogios antigos que batiam ao som da 00:00 noite sombria.Um choro manhoso do quarto ao lado provoco a sua furia,tirou as luvas e pois um chalé preto de luto se aproximou ao quarto ao lado tirou uma arma da escrivaninha e matou aquele choro malhoso,guardou a arma no mesmo local do crime.Saiu correndo com o seu salto alto azul quando deu por si tinha matado o seu proprio filho.



Escrito por leo.breda às 01h09
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